Enjoy!

Apesar da correria que esses últimos dias foram, tanto no trabalho quanto na faculdade, consegui achar alguns momentos para aproveitar uns programas muito legais que rolaram aqui em Bauru. Até porque final do semestre por si só já carrega uma aura de tensão tão grande que se a gente não relaxar pelo menos um pouco, nada flui. E o mais legal é quando dá pra juntar essa vontade de “descanso” com programas super legais e que servem de inspiração para um post como esse :D

Tudo começou quando devido a faculdade – editoria de Cultura do NJ Notícias – fui escalada para cobrir o Canja – Festival de Artes Integradas de Bauru. O projeto começou esse ano e tava todo mundo numa super expectativa de como as coisas iriam se desenrolar. O Canja tem várias mentes inteligentes e bacanas por trás de si, mas o Enxame Coletivo é o principal responsável pelo evento. O Enxame Coletivo é muito conhecido na cidade: bandas independentes que descobriram que se unindo podem fazer muita coisa virar realidade. Assim eles ganharam o apoio de muita gente, que acreditou no projeto e que faz com que hoje em dia quase sempre tenha alguém do Enxame tocando em alguma festa bauruense.
A oficina de stencil foi uma das programações do festival e aconteceu no parque Vitória Régia. De graça, (o festival teve apresentações gratuitas e pagas, dependendo dos locais em que a atração acontecia) os meninos que coordenavam a oficina ensinaram o pessoal que passava pelo local a como construir moldes para os desenhos e quais as melhores técnicas de pintura. Metal, folha sulfite, cartolina, vários foram os moldes utilizados e, na hora de pintar, tanto o spray quanto o rolo de tinta ajudaram a deixar tudo bem colorido.

Muita tinta para deixar tudo colorido

Depois de ter aguardado esse show numa ansiedade sem fim (além do fato de ser os Paralamas foi presente do Di pelo dia dos namorados), finalmente pude escutar “Óculos”, “Uma brasileira”, “Ela disse adeus”, “Lanterna dos Afogados”, “Meu erro”… E tantas músicas maravilhosas que fazem do Paralamas essa banda tão forte e com tanto tempo de estrada que tem hoje.
E o show, que foi no Alameda, teve um clima tão ‘geração do rock’ que me deixou extasiada. Até porque todo mundo sabe que eu sou fã de carteirinha dessa geração, (Legião Urbana e Cazuza me inspiram dos melhores aos piores momentos) e esse show teve um gostinho todo especial.  Melhor ainda foi conversar sobre Paralamas com o Ângelo – meu professor de Radiojornalismo – e descobrir uma história linda do show que ele assistiu deles: foi no primeiro Rock in Rio *-*

“Uma noite longa
Pra uma vida curta
Mas já não me importa
Basta poder te ajudar
E são tantas marcas
Que já fazem parte
Do que eu sou agora

Mas ainda sei me virar”
(Lanterna dos Afogados – Paralamas do Sucesso)


E ontem, pra completar os programas legais do fim do semestre, fui ver Toy Story 3 nos cinemas.  Como eu só tinha visto o 1 e o Di ainda não tinha visto nenhum fizemos uma maratona de Toy Story. Sábado foi o primeiro, domingo o segundo e ontem finalmente fomos ver o terceiro, em 3D (que por sinal não faz muita diferença).
E o mais bacana de assistir os três em sequencia foi perceber a mudança do formato que eles tiveram. O primeiro foi exclusivo da Disney e os outros dois foram realizados em parceria com a Pixar, o que nós sabemos, faz toda a diferença. A Pixar não faz filmes de animação para crianças, ou melhor, até faz – porque uma criança vai entender tranquilamente a história se assistir a um filme deles – mas são inúmeras sacadinhas, piadas e toda uma “moral” que na grande maioria só os adultos vão entender com clareza. E muitas partes ainda ficam de ponto de interrogação pra gente ficar pensando depois.
E em Toy Story 3, que tem mais de duas horas de duração (mas você nem vê o tempo passar, de verdade), eu fui do riso ao choro em vários momentos. Cenas hilárias e tocantes deram toda a graça nessa animação que entrou para minha listinha de preferidas (ninguém arranca Wall-E e Up de lá).

E eu toda felizinha depois de ver o filme

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