Incrivelmente bárbaro

Esse ano cá estou em Mogi Mirim, terra natal no namorado, pra aguardar a chegada de 2013.  Eu, ele e alguns amigos decidimos fazer então uma festinha com tudo aquilo que a gente ama: comidas gordinhas, jogos de tabuleiro, videogame e muitas risadas. Tudo pra comemorar a chegada desse novo ano. E a gente tem muito o que comemorar mesmo. Aconteceram coisas ótimas em 2012 (algumas também não saíram dentro do planejado, mas nada que 365 novos dias não nos deem força pra correr atrás e alcançar) e tenho certeza que 2013 tá no caminho pra ser um ano ainda mais especial. Amanhã, com calma e em um exercício profundo de juntar todas as minhas anotações espalhadas pelos bloquinhos da bolsa, vou fazer minhas tradicional lista de metas. Aquela mais íntima, com meus desejos mais difíceis e que só eu entendo, e aquela mais geral, que vai sendo trabalhada ao longo do ano todo.

Antes delas, porém, quero desejar uma noite incrível pra todos nós! Um noite rodeada de pessoas que amamos, dando assim um gostinho de como 2013 vai ser incrivelmente bárbaro.

inin

E até ano que vem ;)

Bisous

Ps: esse foi o post de nº 100 do blog <3

Dois anos depois

Logo no primeiro dia de dezembro eu e Diego fomos visitar uma amiga muito querida – aka Babi – e o Caio, seu namorado, em São Paulo. A visita tinha um motivo especial: em 2013 a Babi embarca para Santa Fé, Argentina, onde vai ficar por longos seis meses. Além da despedida e do abraço apertado que queríamos dar nela, já fazia dois anos desde que nós quatro havíamos nos reunido. Naquela época os dois vieram pra Bauru, então nada mais justo do que agora eu e Diego irmos visitá-los. E de quebra aproveitamos o passeio pra ir em diversos lugares legais – e finalmente levar o Di pra conhecer a Paulista, o que era uma vontade de muito tempo. Explico: desde que fiquei um tempinho em SP, me apaixonei perdidamente pela Paulista. Talvez um dia ainda faça um post explicando o porquê disso, mas em linhas gerais eu amo a mistura – de tipos, construções, idades e cores – que se encontram tudo-ao-mesmo-tempo-agora por lá. E quando tem lugares que eu gosto assim, de um jeito tão visceral, tenho vontade que outras pessoas que eu gosto também o conheçam. E pra mim a Paulista e Santo Antônio de Lisboa, em Florianópolis, são locais assim.
Espero, aliás, que esse segundo eu também tenha um dia a oportunidade de mostrar para o Diego.

Fomos no sábado de manhãzinha (manhãzinha mesmo, tipo cinco da matina e a gente já tava no ônibus) e nossos primeiro destino foi o apartamento do Caio, onde ficamos hospedados. Como por email nós já havíamos combinado mais ou menos o roteiro, partimos direto pra Paulista onde fomos caminhando até chegar na Augusta. Lá, em um restaurante vegetariano muito simpático, o Apfel, almoçamos e já colocamos boa parte da conversa em dia. Tudo bem que a gente sempre se comunica por facebook, gtalk e afins, mas como eu já disse aqui fazia dois anos desde que nos reunimos todos, então imaginem o tanto de assunto!

Fomos para a Livraria Cultura logo em seguida e olha, só confirmei algo que já batucava dentro de mim: eu poderia morar dentro daquele lugar. Amo a disposição dos livros, amo o espaço giga que tem pra gente sentar e ler o que quiser, amo o tanto de livros e revistas nada fáceis de achar, mas que lá a gente acaba sempre encontrando algum exemplar. Enfim, a Livraria Cultura é minha segunda casa.

Depois dessa parada fizemos ainda uma longa caminhada – com direito a uma rápida passagem pela lojinha da Lomography que claro eu me apaixonei perdidamente –, mas que tinha um destino certo: o MIS. Eu não conhecia o museu ainda, mas como os paulistanos gostavam bastante de lá e as exposições que tavam rolando super interessavam a mim e ao Diego nem precisou muita cerimônia pra colocar o museu no roteiro.

A primeira das exposições que vimos foi o “Projeto Keep Walking”, onde vários artistas prestaram sua homenagem a Madonna – que tava no Brasil fazendo shows –, através de pinturas. Essa exposição rolou até dia 16 de dezembro e ficava logo na entrada do MIS. Algumas das obras faziam referências claras à músicas e a própria imagem da Madonna, enquanto outras já pediam um pouquinho mais de paciência da gente pra tentar entender qual foi a sua inspiração.

A segunda exposição foi a “Arte e Cinema pelos pôsteres”. De um lado, os pôsteres  originais de filmes clássicos como Lolita, Laranja Mecânica e Jules e Jim e, do outro lado, releituras desses mesmos pôsteres. Como eu gosto pouco de cinema (só que não), fica legal ver as ideias e pequenos detalhes que deram origem pra cada releitura. Alguns pôsteres relembraram cenas famosas do filme e alguns criaram imagens mega minimalistas, mas que mesmo sozinhas representavam muito bem aquela história. Pra quem se interessar, essa exposição ainda tá rolando! Ela é gratuita e fica no MIS até 13 de janeiro de 2013.

A última, porém mais legal das três exposições, foi a “Brazilian International Game Festival”, ou a BIG, de forma abreviada e mais bonitinha de se chamar. Nem preciso dizer que o namorado quase teve um surto de tanta felicidade lá no meio, mas até pra nós três que não somos tão imersos quanto ele no mundo dos games, a BIG foi uma baita surpresa positiva. A exposição queria mostrar o trabalho de diversos games independentes que deram de lavada em muita produção giga por aí. E não dá pra concordar menos! Apesar da gente não ter participado das palestras e oficinas que rolaram sobre o assunto (elas já tinham sido em um outro dia), todos os games estavam lá ligados pra gente jogar o tempo que quisesse. Eram MUITOS jogos, sendo um mais divertido do que o outro. E todo mundo tá de prova que, mesmo depois de eu ter gasto o maior tempo jogando vários, o segurança ainda não tinha saído daquele que eu mais queria jogar!

Depois do MIS já tava começando a escurecer e como nós tínhamos combinado uma noite mais calminha no apartamento do Caio, pegamos um ônibus, fizemos uma rápida parada no McDonald’s e rumamos pro ap. Durante a noite jogamos desde “Eu garanto” até o  jogo dos Bastardos Inglórios – que por falta de nome fica sendo chamado assim mesmo.

Domingo de manhã foi dia de conhecer a Liberdade. Eu nunca tinha ido até lá, apesar de já ter lido sobre o bairro. Fiquei encantada! Tem que ter uma certa paciência pra andar por alguns lugares e enfrentar a multidão que vai se formando, mas a arquitetura, as lojinhas e toda aquela história que a gente já conhece do lugar, mas que quando vê ao vivo e a cores assim dá uma alegria difícil de explicar, fizeram valer cada minuto. Além de um jardim lindo de morrer que visitamos, conheci a Fancy Goods e oh lord, dá vontade de levar absolutamente tudo embora! Sabe aqueles itens de papelaria que você compra e sabe que depois vai morrer de dó de usar? Hahaha É bem por aí. Arrematei uma borrachinha de gatinho que é pura fofura, uma caderninho de “Keep calm and carry on”, uma cartela de adesivos e um post-it (sou viciada neles) de pinguim. Beijo pro Diego que me deu tudo de presente.

Almoçamos no Kohii, um restaurante que tem como proposta fazer o encontro do Brasil com o Japão. E eles conseguem! O restaurante tem uma decoração incrível com objetos, araras de roupas e diversas revistas brasileiras e japonesas. Essa parte de revistas, em especial, é muito legal. São vários sofás espalhados e se você quiser tomar só um café e ficar ali lendo, pode sentir-se à vontade. As paredes são forradas com jornais dos dois países e o cardápio, é claro, também faz uma mistura gastronômica bem legal.

Ainda passeamos por diversas lojas do bairro – inclusive em um sebo onde achei uma edição de “Lolita” que me acompanhou na viagem de volta – e depois fomos para o apartamento porque já tava na hora de arrumar as coisas pra voltar pra cidade lanche. Demos um último abraço apertado no Caio e na Babi e voltamos pra Bauru com a esperança certeza de que não esperaremos mais dois anos pra nos reunir.

  • Tirando as fotos de Instagram que são minhas, as outras são todas da Babi – essa gênia da fotografia. Deixei bem marcadinho quais são de Instagram porque né, as fotos da Bá se sentiriam ofendidas. Pra quem (até parece que não) se apaixonou pelas fotos dela, Babi tem uma lojinha online, a Mouton. Se ainda não garantiu seu presente de Natal, tá aí a oportunidade!
  • Tem muitas mais fotos da viagem, mas que ainda não estão comigo. As que já estão vou colocar aqui embaixo, e quando as outras chegarem, faço um post só de fotos :)

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instagram.com/paulinhav

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A história – desconhecida – de uma foto

Eu conheço a Luciana há uns 15, 16 anos. O Carlos apareceu na minha vida bem mais tarde, lá pelos idos de 2005, na época em que aprendi que minha sala de oitava série cheia de rostos conhecidos e amigos unidos tinha acabado e que o tão temido Ensino Médio podia ser incrível e cruel na mesma medida.

Os dois sempre foram amigos muito próximos – não só de mim, mas também entre si -, mas assim como aconteceu com a maioria dos meus amigos daquela época a vida acabou nos levando pra destinos diferentes. A distância aumentou e a amizade também, mas nem por isso esqueci dos dois eu deixei de me comunicar com eles de alguma maneira. Facebook tá aí pra isso, né gente?

Mas há algumas semanas uma coisa no mínimo bizarra aconteceu. A Luciana me enviou uma foto no facebook que eu nunca tinha visto, preta e branca e datada de 1953.

Uma foto com três rostos desconhecidos.
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Três rapazes possivelmente amigos em uma foto de final de semana? Três caras que estudavam juntos e que tiveram uma foto batida assim aleatoriamente? As teorias são muitas, mas fico me perguntando se naquela época era tão comum assim bater fotografia a la vonté, ou se esse tipo de coisa ficava reservada apenas para ocasiões especiais. E reparem nos detalhes, no fundo da foto! É uma foto montada, ensaiada…

Mas o fato é que essa foto que completa 60 anos de vida agora em 2013 tem muito a ver comigo, mesmo que eu não soubesse disso antes de vê-la.

Essa foto fala um pouco sobre a minha vida, e sobre a vida da Lu e sobre a vida do Carlos.
Isso porque o homem da esquerda, sentado em cima do cavalinho é o avô da minha amiga. No centro, meu avô, em um dos únicos retratos onde tive a oportunidade de vê-lo tão jovem. Na ponta direita, para fechar o trio, o tio-avô do Carlos.

Como eu disse, não sabemos em que circunstância essa foto foi tirada, mas dos três, o único ainda vivo é meu avô, o único que talvez possa me explicar sobre essa coincidência maluca de 60 anos depois eu estar aqui vendo essa foto e localizando três famílias diferentes unidas em gerações diferentes.

No Natal, quando for para a casa dos meus pais festejar, pretendo levar a foto comigo e, quem sabe, descobrir um pouco mais sobre ela.

Pra mim nunca fez tanto sentido pensar em como esse mundo é pequeno.

With a little help from my friends

Eu podia fazer um post todo frufuzinho pra falar sobre o quanto essas pessoas são importantes na minha vida, mas nem quero fazer isso. Ou melhor, nem preciso fazer. Esse tipo de coisa a gente mostra no dia a dia, in real life, no cara a cara.

Mas que eu queria guardá-los todos em um potinho, ah, isso eu queria!

With a little help from my friends – The Beatles ♫

22 de novembro de 2010

Demorei alguns dias para vir escrever sobre o show do Paul McCartney aqui porque ando numa corrida louca contra o tempo, da qual, aliás, prefiro nem entrar em detalhes pra não me desesperar – mas falta uma semana só, uma semana só! Além disso, eu estava criando coragem e pensando nas palavras certas que caberiam nesse post. A coragem veio, mas talvez as palavras tenham ficado perdidas no meio do caminho, porque não sei se elas de fato fazem jus ao que foi a noite de 22 de novembro de 2010.

A primeira recordação que tenho de Beatles é ainda pequena. Lembro que ficava andando de camisolinha e paninho pela casa enquanto meu pai cantarolava Hey Jude pelos corredores. É uma lembrança meio vaga, mas que se mistura ao som de Yesterday que tocava na nossa antiga vitrola da sala. Embalada por essas músicas na minha infância fui crescendo e escutando, quase sempre de pessoas bem mais velhas, sobre uma certa banda que elas adoravam e que tinha sido uma febre. Era uma coisa tão louca que eu sentia como se eles não estivessem falando simplesmente de uma banda, mas um espírito, algo meio atemporal. Aos poucos – e conforme fui crescendo – fui conhecendo um pouquinho mais dos Beatles, um pouquinho mais sobre aquele quarteto de Liverpool tão amado.

Cresci e acabei descobrindo outras bandas, que marcaram minha adolescência/juventude. Bandas que falavam sobre ideologias, vontades de mudar o mundo, de lutar pelos nossos sonhos… bandas que fizeram parte da minha história, daquela maneira toda especial que só a música consegue fazer. No entanto, os Beatles sempre estiveram lá… de vez em quando menos tocados no foninho de ouvido, mas sempre lá.

Isso até uns dois anos atrás.

Há dois anos, há exatos dois anos que minha vida deu um giro de 180º, os Beatles a invadiram, quebraram as vidraças e cresceram de uma maneira insuspeitada por dentro dela. Sem nem ao menos eu me dar conta.

Lembro que nos primeiros dias de casa nova as meninas costumavam dançar And I love her na sala e sempre que a casa ficava em silêncio alguém já corria pra colocar um cdzinho dos Beatles pra tocar. De repente eu estava ali cantando All my loving a plenos pulmões, chorando emocionada em Something e delirando em Back in the U.R.S.S. Foi uma inundação que aconteceu: de repente eram músicas e mais músicas, cd’s, vídeos, uma vontade imensa de guardar tudo aquilo num lugar só meu. E então veio o Diego com seu amor beatlemaníaco e tudo se completou.

De repente, os Beatles não eram mais apena uma banda que me deixava nostálgica com minha infância, mas era sim uma banda que me definia, que me dava o melhor do melhor da fase mais feliz dos meus vinte anos de idade.

Assim, depois de muita impaciência pra conseguir o tão sonhado ingresso, depois de muita (muita!) gritaria ao ver a playlist que o Paul tocaria no Brasil, a expectativa pra noite do dia 22 só crescia. E o dia, finalmente, chegou.

A excursão foi uma delícia à parte: teve sorteio de brindes que incluíam camiseta e cd do Paul, além de uma sessão de tatuagem (o organizador da excursão foi o Binho, tatuador daqui de Bauru). Pra variar eu não ganhei nada haha, mas o Diego ganhou a tatuagem, eee, e isso é um capítulo à parte que fica pra um outro post!

Além disso tinha travesseiro, cobertores, água geladinha, uma trilhas sonora foda em toda a viagem e o carisma do Binho, tudo num pacote só.

E aí chegamos em São Paulo.

Chuva, muita chuva e uma correria enorme já que o ônibus parou longe do estádio. Só sei que no final, mesmo ensopada dos pés a cabeça, cansada e depois de horas na fila, tudo simplesmente foi embora quando coloquei meus pés no Morumbi. O show ainda demorou um bom tempo pra começar, mas a cada segundo meu coração parecia que ia estourar. E quando começou, ah, quando começou… Pareceu mesmo um sonho, do começo ao fim. Desde quando ele tocou a terceira música e eu engatei num choro que ia e voltava durante o show, até aos comentários de “ai que fofo” da Babi ao meu lado, além do abraço e beijo que dei no Diego e que me fez lembrar de todos nossos e-mails à la Beatles. Tudo foi mágico, do começo ao fim. Além do que, sir Paul, do alto dos seus 68 anos, cantou três horas de show sem perder o bom-humor, a entonação, sem beber água, sem deixar de se divertir com o público em todos os momentos. Pra ensinar o bom e velho rock ao que estão aí.

Numa explosão de fogos, num piano que me arrepiou da cabeça aos pés, num ‘tudo bem in the rain’ que me fez amar aquela chuvinha de São Paulo, Paul McCartney fez valer todo meu amor pelo Beatles. Obrigada Paul. Obrigada Diego, Babi e Caio que estiveram comigo nesse dia tão especial.

Obrigada 22 de novembro de 2010 por ter sido o dia único que foi.

Créditos das fotos: Babi.

Hugberries

Quando comecei a namorar o Diego, no dia 17 de maio de 2009, mal podia imaginar como seria minha vida dali pra frente. Mal podia imaginar como seria tão mais feliz dali pra frente. E poderia imaginar menos ainda que ao invés de uma pessoa especial eu acabaria ganhando duas pessoas especiais em minha vida.

Tudo começou quando o Diego veio com um papo de “preciso te apresentar a Babi”.
Vou ser grata pra sempre por essa conversa, porque depois disso – e das maravilhas do gtalk – eu tinha alguém com quem conversar as coisas mais bacanas do mundo. Daquelas conversas fáceis, simples, que você tem com amigos de longa data. Simples assim, afinal amizade é uma coisa simples pra Bárbara Carneiro. Quando você menos espera… pronto, a Babi já invadiu sua vida. =)

Aí que foram meses tentando combinar algum programa em que eu, Diego, Babi e o Caio – seu namorado -pudéssemos nos reunir. São Paulo? Bem que nós planejamos, mas os dias foram passando e nada de ir pra capital visitar os dois… até que em setembro a Babi veio com a notícia: feriado delícia em Bauru para nós quatro.

E começaram os preparativos…

Conversas de e-mails, trocas de telefone, endereço, explicações do lugar, da programação, enfim, toda aquela pré ansiedade de datas especiais.

E o feriado chegou e tudo foi mil vezes melhor do que poderíamos esperar!

No sábado de manhã eles chegaram por volta das 11 horas aqui na Foca. Meu primeiro contato com o Caio – com quem até então só tinha conversado por e-mail – e as primeiras palavras trocadas com a Babi rolaram numa boa. Cinco minutinhos iniciais em que você tem uma vontade louca de sair correndo pra abraçar e contar como está feliz por terem chego, mas que também vêm acompanhados daquela timidez inicial de quem não sabe bem o que fazer… Mas foram só os minutinhos iniciais mesmo! Do jeito que veio, foi. Afinal aquela era a pessoa com quem eu, quase religiosamente, vinha conversando todos os dias há meses, fazendo confidências, dando risada, compartilhando mundos… E com o Caio, bom, eu já podia imaginar quão bacana ele podia ser por tudo que a Babi já havia dito.

Fomos almoçar no Maravilha, uma churrascaria ótima daqui de Bauru. Almoço de trocas de experiências uspianasXunespianas. Dúvidas sobre os cursos, os prédios, professores… papos acadêmicos regados à carne. E aproveitando o embalo do almoço os levamos pra conhecer a UNESP daqui.

Fato curioso: Mostrar a UNESP para alguém que nunca esteve aqui me fez ver que, definitivamente, não conhecia vários lugares de lá. Tirando o percurso FAAC- biblioteca- cantina, gente, me senti em outra faculdade! E realmente… aula na engenharia é outro mundo haha.

O sábado foi no maior estilo revistas, games e muitas, muitas músicas. Youtube não parou um segundo com aquela nossa história de ‘mas você já escutou essa?’. O café da tarde foi no Copabacana – onde eu me sinto a Holly Golightly em Bonequinha de Luxo haha – e a pizza do final do dia no Tauste. Eu sei, somos gordos. Mas a comida veio acompanhada de muita conversa.

É tão bom, mas tão bom poder conversar sobre assuntos sérios-engraçados-aleatórios tudo junto&misturado, e ser uma coisa tão simples e bacana. É aquilo de sermos abençoados por termos amigos, por podermos ter papos cabeças ou primaveris em uma mesma rodada de perguntas e todo mundo sair feliz. Com a mente à toda, o coração batendo forte e… a barriga cheia também, claro! :p

O domingo foi especial porque havíamos combinado o piquenique há muito tempo, então rolava toda uma expectativa se realmente o tempo iria vingar. E agradeço a quem quer que seja o responsável, mas o fato é que ele vingou e pudemos ir aproveitar as maravilhas do Vitória Régia.

Grama verdinha, dia claro,sol com aquele ventinho gelado, céu azul, azul.

De cara achamos uma barraquinha linda onde eu e a Babi compramos cupcakes divinos – na aparência e no sabor – e depois procuramos um lugar mais calmo pra estender nossa toalha. Ver os cachorros correndo ao longe, as crianças brincando e os ipês mais roxos do que nunca. E ainda bem que as lentes do Caio e da Babi registaram o momento.

Domingo ainda teve games, papos sobre blogs de moda com a Babi, final do vôlei masculino – Cuba e toda sua tensão – o fimlinho de “A fita Branca” e um brigadeiro com morangos e uvas.

O que fica deveras desse final de semana são as fotos, as recordações, o autógrafo de “Viva a Paulinha” do Ziraldo que eles me deram, mas, e principalmente, os bons momentos. Os momentos únicos que a gente tem de vez em quando na vida da gente e que ficam de lembrança e história pra lembrar depois.

Sentimentos ficam.

Os créditos das fotos são da Babi e tem um post lindo, lindo no blog dela falando sobre o final de semana e a playlist que rolou.

Ah, pra quem gostou do cupcake eles tem blog! O B de Brigadeiro. ;)

E espero que logo venha um outro post sobre a a visita que queremos fazer para eles na capital.

E, por fim, um bom feriado para todos!