Quando, Tempo?

Cansei, cansaste, cansamos.

Ou será que foi o tempo que cansou de nós? Será que foi o tempo que decidiu brincar de Todo-Poderoso e agora que acabou a graça da brincadeira, faz da gente o brinquedo velho esquecido na estante? Daí ele olha para a gente e pensa: “Taí, com esse não tem mais jeito mesmo não”.

Mas… e se tiver? E se ele estiver errado, se o cansaço é momentâneo, se o brinquedo ainda puder despertar interesse, se é só a hora de se preocupar um pouco mais com outras coisas pra depois resgatar o brinquedo velho? Mas aí eu me pergunto…

Quando, Tempo?

Quando é que vai ser a hora de voltar pra brincadeira? Quando é que essa história de “passageiro” vai acabar? A vida também é passageira, e esse brinquedo, por mais velho e esquecido que possa ser, não quer ficar encostado na estante.

Ele também quer sair para ver o jardim.

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