Eu deixo a onda me acertar, e o vento vai levando tudo embora

Zapeando pela internet, fui achar essa entrevista do Renato Russo dada em 1993 pro Zeca Camargo. E o que mais me chama a atenção nisso tudo é como algumas coisas que eles disse eu trago pra minha vida, na verdade pra vida de qualquer um nos dias de hoje da mesma forma. 16 anos depois e no minímo, sendo bem otimistas, as coisas continuam na mesma.
E o que eu mais sinto falta ao ver essa entrevista, ao escutar uma música da Legião urbana, ou em ver alguma referência que seja à banda ou a própria poesia urbana do Renato, é a falta de ter alguém gritando, cantando esse mesmo tipo de pensamento/atitude agora, em pleno ano de 2009.
Nao eram só as letras, com toda a sua genialidade, que tranformaram a banda no que é até hoje. Era todo o espírito, todo o ritual que fazia com que milhares de pessoas enxergassem na Legião Urbana uma parte de si. Era daquele tipo de coisa boa que você tinha orgulho de mostrar pros filhos, de espalhar pelo canto do quarto, de cantarolar baixinho ‘Vento no Litoral’ quando tava na fossa.
Poeticamente e energicamente lindo.

Como é que se diz eu te amo

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